Amigos,
Faço as palavras da Michelle (ou simplesmente Mi daqui para frente) as minhas palavras.
Minha infância foi justamente o oposto da infância dela. Sou filho de pais separados desde cedo (Seu Fernando e Dona Terezinha). Cresci tendo que aprender a dividir casa, segredos e a conviver com a ausência de certos momentos mágicos.
Hoje, com 31 anos, penso completamente diferente e sei que cada um deles tem a sua história e a sua versão para o que aconteceu. Há muito não tento mais descobrir quem foi o certo na época. Aprendi que toda vez que procuramos quem está certo, acabamos encontrando também quem está errado. Isso não é nada bom. Vai por mim…
Gosto muito deste André que sou hoje e estou muito satisfeito com isso. Se meu passado determina quem sou hoje, aceito meu passado como ele foi e digo em letras grandes: PAPAI E MAMÃE, EU AMO VOCÊS DO JEITO QUE VOCÊS SÃO! Se vocês tivessem feito qualquer pequena coisa de diferente no passado, eu não seria quem eu sou hoje. É claro que neste agradecimento não poderiam ficar de foram Priscila e Eduardo, meus amados irmãos, todos os meus amigos, aqueles com quem trabalhei etc. Existe uma frase que diz que você será a mesma pessoa daqui a cinco anos, dependendo, é claro, das pessoas que conhecer e dos livros que ler.
Pensando no futuro, Mi e eu dividimos muitas coisas bacanas. Uma das mais primordiais é a instiruição família. Ela reverncia por ter tido, eu por querer ter. Sou um cara família e sossegado (até por demais como diria a Mi). Quem me conhece sabe do que estou dizendo. Não existe nada mais bacana do que estar em casa com a família e amigos reunido, conversando, jogando conversa fora e dando boas risadas.
Enquanto escrevo este post estou vendo um programa muito interessante que mostra como as facas para sushi são feitas. Mas o que isso tem a ver com a família? Bem, a analogia está em todo o processo de preparação da mesma. Para se fazer essas facas é necessária muita atenção a cada passo do processo de construção, muito calor e pessoas dispostas a moldar o ferro. Da mesma forma temos a família. Um ambiente feito de vários metais (pessoas), que precisam de muito calor (amor) e pessoas dispostas a dar a forma mais otimizada (união).
Imaginem como será a nossa futura família?
Será que estamos no caminho certo?
Sinceramente, não nos preocupamos com isso. A única coisa que podemos fazer é nos preocupar com o que fazemos hoje. Pois se hoje fizermos sempre aquilo que acreditamos ser o certo, amanhã não teremos nada do que nos arrepender. Hoje minha única preocupação é ser um companheiro, namorado, marido, amigo justo e sincero com aquela que eu acredito ter a mesma preocupação que eu: A Mi.
Sejam felizes,
André